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Arrocha do 147

Por Célio Galvão · Autor: Célio Galvão

Original: →Traducción:

Traducción por panzas

Letra original

Camaro amarelo fiorino e nem chevete,quero ver pegar as minas de 147
Camaro amarelo fiorino e nem chevete,quero ver pegar as minas de 147

Ele tem banco de couro e rodos cromadas quando as minas entram pra dentro eleas ficam assanhadas o carro balança todo e embaça o para-brisa no 147 a minha noite eu finalizo

E quando liga a zonzeira as mina desce até o chão
Desce desce até o chão
Desce desce até o chão

E quando liga a zonzeira as mina desce até o chão
Desce desce até o chão
Desce desce até o chão

Camaro amarelo fiorino e nem chevete,quero ver pegar as minas de 147
Camaro amarelo fiorino e nem chevete,quero ver pegar as minas de 147

Ele tem banco de couro e rodos cromadas quando as minas entram pra dentro eleas ficam assanhadas o carro balança todo e embaça o para-brisa no 147 a minha noite eu finalizo

E quando liga a zonzeira as mina desce até o chão
Desce desce até o chão
Desce desce até o chão

E quando liga a zonzeira as mina desce até o chão
Desce desce até o chão
Desce desce até o chão

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